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Título de nobreza

24/01/2012
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A vontade, a ver tarde sua razão coatora.
Um polígono, em pontiaguda gravidade.

Sussurro quatriferante dissocílabo paquera.
Na cidade, a verdade sem paixão se proverba.
Dum livreto, em postura de vanguarda, a severa.

Lagarto sem porquês. Pedra a pedra, quem te vê.

Facas de açúcar feridas e desculpas.

Já maçãs de areia branca, no rosto filha da duquesa.
Fendaval de entra e sai, momento puro de nobreza.

Num universo tão espaço, tão poucas coisas nos fascinam.

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